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domingo, 6 de junho de 2010

Copa do mundo cada vez mais tecnológica

Novidades na transmissão, nos testes anti-dopping e até nos álbuns de figurinha marcam a edição deste ano

Álbum Virtual da copa imita visual do tradicional

Pela primeira vez, em 1958, a Copa do Mundo recebia cobertura televisiva. Nem todos os países puderam assistir a competição, mas isso mudaria com o passar das edições. A copa de 70, no México, foi a primeira a ser transmitida em cores. O desenvolvimento tecnológico parece estar ligado a Copa do Mundo, já que a de 2010 será a primeira ser transmitida em 3D.
Como em 58 e 70, a tecnologia não chegará a casa de todos os telespectadores. Somente aqueles que tiverem uma televisão com esse recurso, ou que conseguirem ingresso em uma das salas de cinema que transmitirá 8 dos 64 jogos da competição. O Brasil é um dos países a contar com a novidade. Essa inovação será permitida pela instalação em cinco estádios da copa de câmeras específicas da Sony, habitual patrocinadora do evento.
Além da transmissão em 3D, a Copa da África apresenta outros recursos tecnológicos. Um deles é o exame anti dopping. A empresa responsável pela tarefa é a Agilent Technologies, que apresentou uma tecnologia diferenciada que melhora os resultados dos exames. O gerente geral da empresa no Brasil, Reinaldo Castanheira, afirmou ao portal G1, que a aparelhagem usada neste ano será 30 vezes mais rápida e cinco vezes mais sensível que a usada na última copa.
Para os torcedores, a FIFA ainda oferece mais uma opção de entretenimento. Além do álbum da copa tradicional, distribuído pela Panini, uma versão virtual pode ser feita pelo site da Federação. A estudante Beatriz Ferreira, 17, não coleciona o álbum tradicional e tem o álbum virtual e vê a vantagem nessa alternativa por ser de graça.
Beatriz acredita que mesmo os torcedores que não costumam colecionar as figurinhas tradicionais serão atraídos pelo álbum virtual. “Pelo fato de ser de graça, sendo acessível a todos, a pessoa pode entrar por curiosidade, pensando ‘ah, não tenho nada a perder mesmo’” Explica. Mesmo enxergando as vantagens, a estudante aponta os problemas desse estilo. “As trocas não são feitas por você e sim pelo sistema, as figurinhas dos estádios, por exemplo, só podem ser conquistadas através de alguns links secretos. Além disso, perde a graça de colar e sair em busca das que faltam.”
Para atrair mais usuários do álbum digital, a FIFA sorteará 100 usuários entre os colecionadores que completarem o álbum até o dia 16 julho para ganhar uma edição do álbum encadernada em capa dura com todas as figurinhas. Mesmo quem faz a versão virtual pode ter como objetivo a versão de papel.

domingo, 25 de abril de 2010

Novo recurso do Google permite criação simples de vídeos

Aplicativo produz uma videomontagem com base no resultado da busca por palavras chaves em sete opções diferentes



O Google é conhecido por inventar ou aprimorar todos os recursos de internet que ninguém sabia que era essencial para a vida até começar a usar. E esse deve ser o destino do recente lançamento, o Google Search Stories.

O propósio é simples, montar automaticamente um vídeo baseado em até 7 buscas por termos ou palavras-chaves em algum dos recursos do sistema, como Mapas, Imagens, blogs e notícias.


Esse novo recurso está disponível no youtube e pode ser acessado por aqui.


O vídeo será criado a partir da visualização das páginas de busca, além de uma trilha sonora escolhida pelo autor do vídeo entre 24 opções divididas em oito temas, como ação e comédia.


Montagens de vídeo mostrando pesquisas no Google existiam antes do lançamento do Search Stories, eram feitas com o uso de programas que captam as imagens geradas na tela do computador e um editor de vídeo qualquer.


As SearchStories encontradas no youtube com duração maior que 35 segundos são certamente feitas assim, por isso podem apresentar recursos indisponíveis no aplicativo, como música diferente das oferecidas.


Além de criar histórias baseadas em buscas simples, o usuário pode usar a criatividade, escrevendo no campo de busca, e contando com os resultados para ilustração.


sábado, 5 de dezembro de 2009

O que você está acessando?

Pesquisa aponta que, no Brasil, twitter é mais acessado que Orkut, mas este eganha em número de usuários
Quantas vezes você atualiza seu twitter, postando mensagens ou para checar os updates de seus followings? Quantas vezes você abre uma nova página do Orkut, verificando novos recados, ou acessando comunidades e páginas de amigos?
Se você tiver o perfil dos mais de 1200 internautas entrevistados para o estudo da E.Life em parceria com a Inpress Porter Novelli a sua resposta dever bem maior para a primeira pergunta. A pesquisa apontou que a freqüência que os usuários acessam o twitter é duas vezes maior que a do Orkut. O estudo mostrou, que a média freqüência de acesso ao twitter é de sete dias por semana, enquanto, ao Orkut, fica entre 2 e 4 vezes semanais. Mas, entre os internautas pesquisados, 90% tinham Orkut, mas só 80% tinham twitter.
O significado desses resultados se relaciona com dois aspectos: a função das duas redes é diferente e a popularização do Twitter é recente. O twitter exige atualização em tempo real, e, já por isso, exige maior freqüência de acesso. Enquanto o Orkut, usado como rede de amigos, tem duas funções básicas, a troca de mensagens entre amigos e a troca de informações nas comunidades, de forma geral, nenhuma dessas duas é gravemente prejudicada com um acesso irregular.
O fato do Twitter ser um site de popularização recente no Brasil explica tanto os acessos como o número de usuários. O site ainda conserva um ar de novidade e exclusividade que mantém os usuários ativos, mas como ainda não alcançou o nível de popularidade do Orkut, não conseguiu alcançá-lo em número de usuários.
Outro fato relevante na explicação do estudo é a mudança do comportamento da sociedade, que passou a necessitar de informação mais rápida e de comunicação mais concisa. As duas necessidades são supridas pelo site, que limita em 140 caracteres a mensagem que você vai passar e a que vai receber.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Venda de videogames cai, enquanto downloads aumentam

Preço e praticidade incentivam os usuários, Sony faz lançamento que só disponibiliza jogos via download
Com a recessão, o número de jogos de computador e videogame vendidos diminuiu, mas, em contrapartida, cresceu o número de downloads. Nos Estados Unidos, a venda de videogames caiu 14% nos primeiros 8 meses de 2009, de acordo com nos primeiros oito meses de 2009, de acordo com o NPD Group, mas o número de jogos disponíveis vem aumentando exponencialmente.
A explicação é que os jogos vendidos por download são bem mais baratos que as opções “físicas” que utilizam uma mídia, um CD por exemplo, além, é claro, da praticidade e facilidade oferecidas pelo download. O novo PSP (Play Station Portable), o PSPgo elimina o UMD (Universal Media Disc), ou seja, em vez de comprar seus jogos em minidiscos com proteção de plástico, o usuário compra o download de um jogo, como Soulcalibur, ou um minigame, como o “Sudoku”, da Electronic Arts.
A alternativa dos downloads mantém o setor um pouco mais seguro, mas sem que se desvie a atenção para um dos perigos, o iPod Touch. Apesar da qualidade dos jogos do aparelho ser inferior, e o preço mais alto que os consoles portáteis, a tendência é que o usuário veja uma vantagem de custo na escolha pela proposta que o aparelho oferece.
Paralelamente ao incentivo da compra dos downloads pelas empresas, está a utilização de downloads gratuitos pelos usuários há vários anos. No Orkut, há quatro comunidades relacionadas ao tema  com mais de 30 mil participantes em cada uma delas. O gamer Heraldo Soares explica a economia. “Jogos originais custam por volta dos R$100 reais, então baixar o jogo, por mais trabalhoso e demorado que seja, compensa.”
Heraldo alerta que há jogos vendidos como originais, mas que, na realidade, são falsos bem produzidos. “São mais baratos, com capa e encarte semelhante aos originais.” Comenta. Outro problema dos downloads, em relação aos jogos originais, é os problemas que podem acontecer na instalação e a disseminação de vírus. “Precisamos ver se o download é seguro, e não baixar de qualquer lugar.”

sábado, 17 de outubro de 2009

Laptop mais leve e mais fino que um livro

Se o livro “O Código da Vinci” fosse um notebook, teria uma tela de 11 polegadas, pesaria cerca de 700 gramas e fechado, teria 2,2 centímetros de altura.
O notebook que a multinacional japonesa Sony lança esse mês...
Leia mais no site do WebJornal.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Redes sem fio na UNESP

Fórum discute padrões de wireless em todas as unidades da UNESP

A comodidade do acesso sem fio está prevista para chegar ao Campus de Bauru em pouco tempo. Já é possível contar com conexão wireless na Biblioteca, em alguns laboratórios, e na seção de Pós Graduação.

De acordo com Júnior Cesar Rosante, do STI (Serviço Técnico de Informática), esses pontos de acesso servem para “controlar o incêndio” enquanto uma rede wireless não é implementada em todo o campus.

Todas as unidades de Bauru, a Faculdade de Engenharia de Bauru (FEB), a Faculdade de Ciências (FC) e a Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac), demonstraram o interesse por uma rede integrada. “A FC, por exemplo, está com essa iniciativa há cerca de dois anos”, afirma Rosante.

No final de abril, representantes de todas as unidades da UNESP se reuniram em um fórum em Bauru para tentar definir as bases necessárias para que haja conexão sem fio em todos os campi. “Discute-se um padrão único para toda a UNESP. Apesar de exigir uma tecnologia mais cara, facilitaria na manutenção, na solução de problemas, e até para os usuários. Um professor poderia acessar no Campus de Botucatu, com o mesmo login que acessa em Bauru”, explica Rosante.

Quanto ao uso que será feito, não há unanimidade entre os alunos. Luciana Fraga acha que os eles não carregariam peso só para acessar sites como Orkut e MSN. Larissa Maine considera a implementação da rede wireless positiva, e a vê como um avanço, um recurso a mais que poderia ser aproveitado em sala de aula. No entanto, ela crê que muitos alunos só utilizariam a conexão para entretenimento.

Camila Fernandes

Rosante explica, porém, que as mesmas restrições aplicadas nos laboratórios poderiam ser usadas na rede wireless. Alguns equipamentos permitem que haja uma diferenciação do cadastro entre, por exemplo, alunos da graduação e docentes, podendo, dessa forma, estabelecer um limite de acesso diferente para cada tipo de usuário. Isso dá a capacidade de restrição do uso da rede para fins didáticos.

Ainda não há uma data fixa para que comece a ser instalada a rede wireless por todo o campus. Rosante diz que antes da decisão por uma padronização total, já havia meios de instalar a conexão sem fio em cerca de dois meses, mas, dependendo da decisão do fórum, o padrão pode ser diferente do que seria adotado.

A padronização seria benéfica, e um fator de economia. Ganhar-se-ia em preço, pelo volume maior de equipamentos, e em força de trabalho, já que todos os STI estariam lidando com o mesmo tipo de material. “Uma série de decisões devem ser tomadas, tanto sobre o equipamento quanto sobre a tecnologia mais adequados, como o modo que essa instalação seria feita e a preparação do pessoal”, finaliza Rosante.


Clique aqui para conferir essa matéria no site da Livrevista.

Fios estão defasados. As conexões agora são wireless

As conexões sem fio estão dominando vários ambientes, mas ainda há insegurança quanto à radiação


Terminar de almoçar no shopping, ligar o notebook, verificar a programação do cinema, as ruas que enfrentam trânsito, garantir o jantar e ainda acessar o Orkut e o e-mail. Essa possibilidade já está se tornando corriqueira. A conexão wireless está presente em shopping, praças e parques. São os hotspots, locais que oferecem – cobrando ou não – rede sem fio para aqueles que querem acessar a rede longe de casa e do escritório.
Exemplos podem ser encontrados nos mais diversos lugares, como a Fonte do Sapo na orla de Santos, o shopping Boa Vista em São Paulo, e em Universidades, restaurantes, e cafés. No entanto, espera-se mais para o futuro.

www.santos.sp.gov.br
A Fonte do Sapo, em Santos, tem acesso wifi gratuito na orla desde janeiro

A cidade de Baltimore, nos EUA, já tem conexão total. O WiMAX já garante o acesso de qualquer ponto da cidade, inclusive através de celulares e notebooks, e por um preço mais baixo do que é pago para acessar a internet de todos esses pontos.
Depois de Baltimore, foi a vez de Portland, a maior cidade de Oregon, também nos EUA. As vantagens da tecnologia são visíveis. Pode-se acessar a internet de qualquer lugar sem a necessidade de fios e, em grandes proporções, a rede sem fio é bem mais econômica que a tradicional. Mas, como todas as inovações tecnológicas, essa ainda traz alguns empecilhos.
A velocidade e a estabilidade de uma conexão wireless como a doméstica dependem da qualidade do sinal recebido, que é influenciada pela quantidade e espessura das paredes existentes.
Junior César Rosante, Analista de Informática do Setor Técnico de Informática da UNESP Bauru, explica que um emissor de sinal doméstico, como o roteador, tem um alcance estimado em 100 metros.
No entanto, a qualidade da recepção é prejudicada por paredes, aquários e, principalmente, superfícies metálicas. “Dependendo do objeto, é capaz de cortar o sinal”, salienta. Ele destaca também que regiões próximas a elevadores são péssimas, pois, do mesmo modo que prejudicam o sinal de celulares, também atrapalham no sinal da conexão wireless.
Camila Fernandes
A conexão wireless permite o acesso à internet inclusive em áreas livres

Numa direção oposta seguem bibliotecas francesas, universidades canadenses, e muitas escolas britânicas. Redes wireless têm sido suspensas sob a alegação de que os riscos que ela pode causar à saúde ainda não foram descartados. De fato, apesar de uma pesquisa não ter apontado nenhum risco concreto, não se sabe o que acontece quando o tempo de exposição à radiação necessária para a conexão sem fio é maior que dez anos.
O cientista britânico Lawrie Challis, que há alguns anos defendeu que o uso do celular oferecia perigos, também acredita que as conexões wireless devem ser evitadas, especialmente por crianças.
O alerta é para que, se não for possível aboli-la, mantenha-se longe dos receptores e dos emissores de radiação. Contra essa visão pessimista estão os que apontam que a radiação wireless é a mesma emitida por micro-ondas e telefones sem fio, aparelhos com os quais estamos em contato há mais tempo sem que nenhum dano tenha sido comprovado.

Clique aqui para conferir essa matéria no site da Livrevista.
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